Para times de trade marketing e suprimentos
O display não é o seu maior custo.
É só o mais visível.
Uma conversa sobre custo real, execução e escala no ponto de venda.
Deep Retail Performance · Think Deeper. Build Smarter.
01
Esta apresentação não é sobre nós. É sobre o projeto que está na sua mesa agora.
Antes de falar da Deep, queremos falar do que você resolve todo dia — e do que, normalmente, ninguém resolve junto com você.
02 — O ponto de partida
Duas cadeiras. Pressões opostas. O mesmo projeto.
O que se cobra de cada lado da mesa raramente é o mesmo — e quase nunca é conversado antes do projeto começar.
Trade Marketing
O que cobram de você
- Ativação no ar na data do sell-in
- Execução igual ao que foi aprovado
- Presença em todas as lojas do plano
- Material que sobrevive à rotina da loja
- ROI defensável na reunião de resultado
Suprimentos
O que cobram de você
- Saving ano após ano, com o mesmo escopo
- Cotações comparáveis entre fornecedores
- Prazo cumprido, sem aditivo
- Base homologada e sem risco de fornecimento
- Custo total sob controle — não só o preço unitário
03
O roteiro que todo mundo já viveu.
Nenhum desses problemas aparece no dia da aprovação. Todos aparecem depois — quando mudar já custa caro.
- 01O projeto aprovado no render encarece quando chega na engenharia.
- 02A peça cabe no desenho, mas não cabe no pallet.
- 03O frete consome a economia que foi negociada na peça.
- 04A loja recebe e não monta — ou monta errado.
- 05Uma peça quebra e não existe reposição unitária.
- 06O que foi comprado para 800 lojas para em 300.
- 07No fechamento, ninguém consegue dizer quanto custou de verdade.
- 08E, no ciclo seguinte, o mesmo processo recomeça do zero.
04
O problema quase nunca é o display. É tudo o que acontece em volta dele.
A peça é a parte visível de uma operação que envolve compra, produção, transporte, armazenagem, montagem, manutenção e reposição.
05 — Custo real
O preço que você aprova não é o custo que você paga.
A cotação mostra uma linha. A operação cobra sete.
Preço da peça
— o que aparece na cotação
Frete e cubagem
Armazenagem e manuseio
Montagem e implantação
Retrabalho e ajustes em campo
Reposição e manutenção
Perda e material que nunca chega a ser usado
A negociação acontece na primeira linha. O dinheiro está nas outras seis.
06 — O que não entra na planilha
Os custos que não aparecem na cotação.
São decisões de projeto, não de compra. Por isso não se resolvem na negociação.
Cubagem
Duas peças com o mesmo preço podem ter fretes muito diferentes. O caminhão cobra volume, não valor.
Componentes
Cada componente a mais é um item de compra, de estoque, de montagem — e um ponto a mais de falha.
Tempo de montagem
Minutos por loja viram horas por rede. E horas viram orçamento de implantação.
Reposição
Se a menor peça de reposição é o display inteiro, você paga o todo por causa do detalhe.
Retrabalho
O ajuste que não foi feito no projeto acaba sendo feito em campo — no pior custo possível.
Estoque parado
Material comprado para um plano que mudou vira prejuízo silencioso no armazém.
07 — A causa
Por que isso acontece?
Porque cada disciplina resolve muito bem a sua parte — em sequência, uma depois da outra.
Design
desenha
Engenharia
adapta
Produção
fabrica
Logística
tenta fazer caber
Trade
tenta executar
Suprimentos
tenta justificar
Cada elo otimiza o próprio custo. O custo total fica sem dono.
08
Ninguém está errado. O modelo é que está.
Quando as decisões acontecem em sequência, o custo é descoberto tarde.
Quando acontecem juntas, o custo é projetado desde o início.
09 — A virada
De comprar um display para contratar um resultado.
A mesma verba, decidida em outro momento, compra outra coisa.
Modelo tradicional
Modelo Deep
10 — Como trabalhamos
O Método Deep™
Cinco etapas. Cada uma existe para tirar um risco da sua mesa.
Descobrir
Entender o negócio, a loja e a operação antes de desenhar qualquer peça.
Você ganha
O problema certo, definido antes de gastar.
Conectar
Estratégia, design, engenharia, produção e logística na mesma mesa, desde o início.
Você ganha
Decisões que não voltam atrás.
Simplificar
Menos componentes, menos volume, menos passos de montagem.
Você ganha
Custo estrutural menor — não desconto.
Construir
Soluções robustas, escaláveis e realmente prontas para produção.
Você ganha
O que foi aprovado é o que chega.
Escalar
Da primeira loja à milésima, com o mesmo padrão e o mesmo custo.
Você ganha
Rollout previsível.
11 — Para quem executa
O que muda para Trade Marketing.
O objetivo não é um material mais bonito. É um material que acontece.
- O que você aprova é o que chega na loja.
- Montagem simples o suficiente para acontecer sem você lá.
- A data de sell-in tratada como restrição de projeto, não como torcida.
- Menos ocorrência de campo para administrar toda semana.
- Material pensado para a rotina real da loja, não para o render.
- Reposição por peça, não por projeto inteiro.
- Mais lojas atendidas com a mesma verba.
- Números de ROI que você consegue defender na reunião.
12 — Para quem compra
O que muda para Suprimentos.
Saving que não volta como retrabalho, aditivo ou ruptura no ciclo seguinte.
- Escopo claro e comparável entre fornecedores.
- Frete reduzido por projeto, não por leilão de transportadora.
- Prazo tratado como entregável, sem aditivo de surpresa.
- Menos perda e menos estoque obsoleto no armazém.
- Custo atacado na engenharia, não apenas na negociação.
- Menos itens e menos SKUs para comprar, estocar e controlar.
- Um interlocutor responsável do desenho até a última loja.
- Saving explicável, com origem técnica documentada.
13 — Engenharia de valor
Onde o custo realmente cai.
Não é apertando o fornecedor. É mudando as decisões que geram o custo.
Cubagem e paletização
Projetar a peça pensando no caminhão, não só na loja.
Número de componentes
Cada item removido some da compra, do estoque, da montagem e da falha.
Modularidade
Uma família de peças atende várias mecânicas e vários formatos de loja.
Método de montagem
Menos passos, menos ferramenta, menos erro e menos custo em campo.
Materiais e espessuras
Desempenho equivalente com menos material e menos peso.
Peças de reposição
Repor o que quebrou — e não o conjunto inteiro.
Cada projeto tem a sua própria matemática. O ganho vem da combinação das alavancas, nunca de uma só.
14 — Escala
Da primeira loja à milésima.
Um projeto que funciona em uma loja é um protótipo. Um projeto que funciona em mil é um sistema.
01
Piloto
02
Validação em loja real
03
Ajuste de projeto
04
Produção em escala
05
Implantação e rollout
06
Reposição e pós
O erro que custa caro não é o da primeira loja. É o que foi replicado nas outras novecentas e noventa e nove.
15 — Entregas
O que a Deep entrega.
Não desenvolvemos apenas displays. Desenvolvemos sistemas físicos para o varejo.
Diagnóstico e estratégia de PDV
Design e desenvolvimento de produto
Engenharia e engenharia de valor
Prototipagem e validação em campo
Produção e gestão de fornecimento
Logística, cubagem e distribuição
Implantação e rollout
Reposição e pós-implantação
Uma responsabilidade só, do primeiro desenho à última loja.
Comece por um projeto real
Não precisa começar por um projeto novo.
Escolha um projeto que você já tem — em andamento ou já executado. Nós mapeamos o custo real dele, ponta a ponta.
- 01
Você escolhe o projeto e compartilha o que já existe.
- 02
Mapeamos o custo real: peça, frete, montagem, reposição e perda.
- 03
Apresentamos onde está o dinheiro e o que dá para recuperar.
Se não houver ganho relevante, você fica com o diagnóstico mesmo assim.
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